Autoavaliação do PPGBC - 2025
Autoavaliação do PPGBC - 2025
A Autoavaliação 2025 foi uma iniciativa da Coordenação do PPGBC. Esta atividade foi realizada através de consulta a docentes, discentes egressos e discentes matriculados, que preencheram formulários apresentando sua visão sobre o PPGBC. Todo o resultado desta consulta está disponível abaixo.
Metodologia aplicada
Para discentes ativos: Realizada por meio do preenchimento de formulário próprio (clique aqui). A consulta ocorreu no período de 20 de fevereiro a 07 de março de 2025 e contou com a participação de 37 dos 60 discentes ativos (até 2024) ou egressos do PPGBC (61.67% do total). Os discentes responderam 66 perguntas de múltipla escolha (divididas em eixos temáticos) e 3 perguntas abertas (incluindo pontos positivos do PPGBC, pontos negativos do PPGBC e sugestões para melhoria do formulário). Abaixo apresentaremos um relatório por eixo temático. Em todas as perguntas de múltipla escolha, os participantes tiveram 06 opções de resposta: Não se aplica (0); Muito Ruim (1); Ruim (2); Razoável (3) Bom (4); Excelente (5). Além disto, questionamos aos discentes quais os principais fatores que possam induzir desistência do curso por parte deles.
Para docentes: Realizada por meio do preenchimento de formulário próprio (clique aqui). A consulta ocorreu no período de 20 de fevereiro a 07 de março de 2025 e contou com a participação de 16 dos 20 docentes credenciados até o ano de 2024 no PPGBC (80% do total). Os docentes responderam 69 perguntas de múltipla escolha (divididas em eixos temáticos) e 3 perguntas abertas (incluindo pontos positivos do PPGBC, pontos negativos do PPGBC e sugestões para melhoria do formulário). Abaixo apresentaremos um relatório por eixo temático. Em todas as perguntas de múltipla escolha, os participantes tiveram 06 opções de resposta: Não se aplica (0); Muito Ruim (1); Ruim (2); Razoável (3) Bom (4); Excelente (5). Além disto, questionamos aos docentes quais os aspectos que contribuem para a motivação dos docentes do Programa.
Para egressos: Realizada por meio do preenchimento de formulário adicional (clique aqui). A consulta ocorreu no período de 20 de fevereiro a 07 de março de 2025 e contou com a participação de 20 dos 30 egressos até o ano de 2024 no PPGBC (66.67% do total). Os egressos responderam perguntas sobre sua situação profissional (antes e depois do PPGBC), bem como o impacto do PPGBC que o PPGBC teve em sua carreira.
Resultados da Autoavaliação
Abaixo apresentamos o resultado da autoavaliação por eixo temático. À esquerda, os resultados para discentes. À direita, os resultados para docentes. Cada gráfico apresenta a soma das respostas das perguntas de cada eixo temático. Ao final, disponibilizamos ainda o sumário de respostas por pergunta.
Discentes
Eixo 1: Infraestrutura
Docentes
Eixo 1: Infraestrutura
Eixo 2: Planejamento estratégico e gestão do Programa
Eixo 2: Planejamento estratégico e gestão do Programa
Eixo 3: Avaliação dos discentes quanto ao ensino
Eixo 3: Avaliação dos docentes quanto a aprendizagem
Eixo 4: Avaliação da orientação docente
Eixo 4: Avaliação da elaboração da dissertação
Eixo 5: Pesquisa e inovação
Eixo 5: Pesquisa e inovação
Eixo 6: Internacionalização e inserção social do Programa
Eixo 6: Internacionalização e inserção social do Programa
Eixo 7: Autoavaliação do discente
Eixo 7: Autoavaliação do docente
(inclui a transcrição integral das respostas subjetivas de discentes)
(inclui a transcrição integral das respostas subjetivas de docentes)
Avaliações subjetivas
Pontos positivos do PPGBC
na visão de discentes
Corpo Docente Qualificado e Engajado
Professores altamente capacitados e especializados em diversas áreas do conhecimento.
Docentes comprometidos com o desenvolvimento acadêmico dos discentes.
Disponibilidade e assiduidade dos professores para auxiliar os alunos.
Incentivo à pesquisa e à publicação em revistas de alto impacto.
Organização e Infraestrutura
Estrutura física adequada para aulas expositivas e práticas (salas de aula, laboratórios e bibliotecas bem equipadas).
Disponibilidade de transporte para aulas de campo.
Coordenação e secretaria eficientes, prestativas e organizadas.
Atualização constante das redes sociais e site do Programa.
Qualidade do Ensino e Disciplinas
Oferta de disciplinas obrigatórias e optativas relevantes para a formação acadêmica e profissional.
Disciplinas condensadas, permitindo mais tempo para o desenvolvimento da pesquisa.
Reuniões do Comitê de Acompanhamento e disciplinas de Seminários que auxiliam no progresso acadêmico.
Incentivo à interdisciplinaridade, permitindo a participação de alunos de diferentes áreas de formação.
Relacionamento e Comunicação
Boa comunicação entre docentes, discentes e a coordenação.
Respostas rápidas às dúvidas e solicitações dos alunos.
Relação positiva entre professores e alunos, gerando um ambiente acadêmico colaborativo.
Incentivo à Pesquisa e Crescimento do Programa
Docentes buscam financiamento para custear pesquisas dos alunos.
Programa estruturado e criterioso, proporcionando crescimento acadêmico.
Oportunidades de internacionalização e parcerias acadêmicas.
Crescimento contínuo e compromisso com a excelência, apesar de ser um programa relativamente novo.
Os discentes entendem que o conjunto desses fatores demonstra que o Programa se destaca pela qualidade do ensino, organização, infraestrutura e apoio ao desenvolvimento acadêmico dos discentes, contribuindo significativamente para a formação de profissionais qualificados.
Pontos positivos do PPGBC
na visão de docentes
Organização e Gestão Eficiente
Coordenação e secretaria prestativas, organizadas e disponíveis para esclarecer dúvidas.
Transparência nas ações da coordenação e no planejamento do Programa.
Cumprimento das normativas e clareza nos procedimentos acadêmicos e administrativos.
Boa comunicação entre docentes, discentes e gestão.
Importância e Exclusividade do Programa
Único programa do estado voltado para a formação de recursos humanos em Biodiversidade.
Possibilita a qualificação acadêmica de discentes que não teriam oportunidade de se especializar fora do estado.
Grande procura por novos discentes e atração de alunos de outras instituições.
Qualidade do Corpo Docente e Produção Científica
Professores qualificados, com experiência reconhecida nacional e internacionalmente.
Produção científica relevante, incluindo publicações em revistas de alto impacto.
Participação de docentes em projetos financiados e de grande relevância.
Estímulo à interação com pesquisadores de outras instituições.
Infraestrutura e Suporte Acadêmico
Laboratórios com boa infraestrutura (apesar da necessidade de mais equipamentos e reagentes).
Sala de aula adequada para o ensino.
Flexibilidade para resolver situações adversas dentro do Programa.
Abordagem Interdisciplinar e Oportunidades Acadêmicas
Linhas de pesquisa abrangentes, integrando diversas áreas como Genética, Ecologia e Filogeografia.
Estímulo à participação de discentes e docentes externos em disciplinas e atividades.
Disciplinas variadas e acessíveis para alunos de diferentes formações.
Comitê assessor para acompanhamento dos alunos, promovendo suporte ao desenvolvimento acadêmico.
Os docentes enxergam o Programa como um ambiente organizado, transparente e fundamental para a formação acadêmica em biodiversidade, destacando sua relevância regional e sua capacidade de atrair alunos e pesquisadores de diferentes instituições.
Pontos negativos do PPGBC
na visão de discentes
Falta de Bolsas e Financiamento
Insuficiência de bolsas para os alunos, dificultando a dedicação exclusiva à pesquisa.
Dificuldade do Programa, por ser novo, em obter financiamento de agências de fomento e estabelecer parcerias institucionais.
Impacto da nota baixa na avaliação CAPES na oferta de bolsas.
Infraestrutura e Recursos
Laboratórios pequenos e equipamentos antigos.
Falta de alojamento para alunos de pós-graduação na universidade.
Dificuldades no acesso ao transporte para atividades de campo, exigindo sempre o acompanhamento de um professor, o que pode atrasar a coleta de dados.
Carga Acadêmica e Saúde Mental
Alta carga de estudos e pressão para produzir resultados, gerando ansiedade e esgotamento emocional.
Falta de acompanhamento psicológico para os discentes.
Sensação de isolamento, especialmente para alunos que cursam disciplinas à distância.
Falta de empatia em algumas situações dentro do ambiente acadêmico.
Oferta de Disciplinas e Flexibilidade
Poucas disciplinas obrigatórias e optativas que contemplem todas as áreas de pesquisa dos mestrandos.
Inflexibilidade na oferta de disciplinas híbridas e remotas.
Distribuição desigual da carga horária de algumas disciplinas, sobrecarregando determinados períodos do curso.
Extensão e Participação Acadêmica
Pouca participação de docentes e discentes em projetos de extensão e atividades sociais.
Falta de eventos acadêmicos e ações de extensão ao longo do ano.
Baixa representatividade discente no colegiado, com dificuldades para que as queixas dos alunos sejam ouvidas e consideradas.
Burocracia e Organização Interna
Excesso de demandas burocráticas, dificultando a rotina acadêmica.
Falta de acompanhamento das orientações por parte de alguns professores.
Distribuição desigual de responsabilidades, com alguns docentes mais sobrecarregados do que outros.
Discentes entendem que embora muitos desses desafios sejam comuns a programas de pós-graduação no Brasil. Os relatos indicam a necessidade de melhorias na oferta de bolsas, infraestrutura, suporte psicológico e flexibilidade acadêmica para melhor atender às necessidades dos discentes.
Pontos negativos do PPGBC
na visão de docentes
Infraestrutura e Recursos
Falta de um espaço físico próprio para aulas e convivência entre alunos.
Reduzida frequência de alunos na sede fora do período de aulas.
Baixo número de bolsas disponíveis, dificultando a dedicação exclusiva dos discentes e resultando na fuga de talentos.
Limitações de recursos financeiros devido ao Programa ser jovem, afetando a captação de verbas e investimentos.
Distribuição da verba PROAP poderia ser melhor estruturada.
Engajamento e Interação Acadêmica
Baixa participação de docentes em atividades do Programa.
Falta de momentos de integração entre alunos e professores, como seminários e eventos acadêmicos locais.
Pouca colaboração entre docentes e discentes, resultando em menor envolvimento nas pesquisas e atividades.
Distância geográfica entre grupos de pesquisa dificultando colaborações.
Oferta e Estrutura das Disciplinas
Disciplinas obrigatórias que não contemplam a área de pesquisa de alguns discentes, como a Ecologia de Campo.
Excessiva condensação das disciplinas, dificultando a absorção e aplicação prática do conteúdo.
Necessidade de mais flexibilidade para aulas híbridas/remotas.
Sugestão de inclusão de uma prova escrita no processo seletivo dos discentes.
Produção Científica e Internacionalização
Pouca preocupação de docentes e discentes com a publicação em revistas de alto impacto.
Baixa procura por dissertações em formato de artigo, já prontos para publicação.
Pouca iniciativa para formar bancas examinadoras com docentes internacionais.
Baixa quantidade de projetos financiados, limitando a execução de pesquisas mais amplas.
Tomada de Decisões e Comunicação
Centralização das decisões, com pouca abertura para diálogo sobre opiniões divergentes.
Falta de preocupação social em algumas iniciativas do Programa.
Melhor divulgação das pesquisas e atividades desenvolvidas pelos grupos de pesquisa do Programa.
Os docentes reconhecem a importância e o potencial do Programa, mas apontam a necessidade de melhorias na infraestrutura, maior integração entre alunos e professores, ampliação das bolsas, incentivo à produção científica de alto impacto e ajustes no modelo de disciplinas para melhor atender às diferentes áreas de pesquisa dos discentes.
Questões adicionais a discentes e docentes
Quais fatores que possam induzir desistência do curso por parte do discente?
Ao serem questionados sobre isto, os discentes responderam:
Fatores Financeiros: A ausência ou a insuficiência de bolsas de estudo é unanimemente citada. Muitos discentes relatam dificuldades para arcar com os custos do curso, despesas pessoais e a manutenção durante o período do mestrado, o que dificulta a dedicação integral à formação.
Questões Emocionais e Psicológicas: Problemas de saúde mental, pressão psicológica e, em alguns casos, a síndrome do impostor são apontados como fatores que contribuem para a desistência, especialmente diante das dificuldades financeiras e da sobrecarga emocional do curso.
Relação e Acompanhamento Acadêmico: Diversos relatos indicam a importância de uma boa comunicação e relacionamento com o orientador. A falta de orientação adequada, o acompanhamento insuficiente e até conflitos interpessoais com orientadores são apontados como causas de desmotivação e desistência.
Conciliação entre Trabalho e Estudo: A necessidade de conciliar o vínculo com o trabalho com as demandas do mestrado é outro fator frequente. A carga horária intensa e o fato de muitos não receberem bolsa desde o início dificultam o equilíbrio entre as obrigações profissionais e acadêmicas.
Infraestrutura e Suporte Logístico: Alguns discentes mencionam a dificuldade de encontrar moradia próxima à instituição e a carência de recursos para o desenvolvimento da pesquisa, o que agrava a situação financeira e organizacional.
Outros Aspectos: Além dos pontos já citados, há menção à burocracia excessiva, à baixa oferta de bolsas e à necessidade de maior alinhamento entre as expectativas dos discentes e dos orientadores, bem como à falta de identificação com o programa ou com a área de pesquisa.
Em suma, os relatos convergem para que os principais fatores que induzem à desistência são as dificuldades financeiras (especialmente a falta de bolsas), os desafios emocionais e a insuficiência de apoio acadêmico e orientacional, agravados pelas dificuldades de conciliar trabalho, estudo e questões logísticas.
Quais os aspectos que contribuem para a motivação dos docentes do Programa?
Ao serem questionados sobre isto, os docentes responderam:
Valorização e Reconhecimento: Muitos docentes enfatizam que o reconhecimento e a valorização de suas conquistas — seja por meio da divulgação dos trabalhos realizados ou pela visibilidade das contribuições do programa — são fatores determinantes para sua motivação.
Impacto Social e Potencial da Pesquisa: O impacto social do programa e o fato de estar inserido em uma região com grande potencial para a pesquisa são vistos como estímulos importantes. Essa inserção possibilita que os docentes contribuam de forma significativa para a geração de conhecimento e para o desenvolvimento de políticas públicas e práticas de conservação.
Oportunidades de Dedicação Exclusiva à Pesquisa e à Formação: A possibilidade de se dedicar mais intensamente à pesquisa e à orientação de alunos em nível de pós-graduação, com acesso a financiamentos, equipamentos e outros recursos, aparece como um aspecto motivador, permitindo a participação em linhas de pesquisa de alta qualidade e a publicação em revistas de alto impacto.
Ambiente Colaborativo e Relacionamentos Interpessoais: O bom relacionamento entre docentes, discentes e funcionários, aliado à inclusão nas decisões acadêmicas, cria um ambiente colaborativo que fortalece a motivação dos docentes. A troca de ideias, parcerias e colaborações, bem como uma comunicação efetiva entre as linhas de pesquisa, são destacados como elementos que contribuem para o engajamento.
Organização e Infraestrutura do Programa: A clareza das atividades da coordenação e da secretaria, a possibilidade de absorver discentes de diversas instituições e a infraestrutura disponível — como a presença de uma coleção de história natural e o acesso facilitado a ambientes de Cerrado e Caatinga — também são apontados como fatores que incentivam a permanência e o comprometimento dos docentes com o programa.
Em suma, a motivação dos docentes do Programa parece ser impulsionada por uma combinação de reconhecimento, impacto social, oportunidades de pesquisa de alta qualidade, um ambiente colaborativo e uma organização eficiente, fatores que, em conjunto, promovem o engajamento e a dedicação dos professores à missão acadêmica do programa.
Acompanhamento de Egressos
Abaixo apresentamos o resultado do acompanhamento de egressos do PPGBC.
Qual a origem e o destino de egressos do PPGBC?
Qual o impacto o PPGBC teve na vida de seus egressos?
Questionamos os egressos do PPGBC, sobre sua atuação profissional no momento do ingresso no PPGBC e atualmente (março de 2025). Observamos que a maioria dos egressos do PPGBC, atuava profissionalmente ao ingressar no Programa. Após o término do mestrado em nosso Programa, a maioria continua ou ingressou no mercado de trabalho.
Dentre aqueles que exercem atividade profissional, dentre as 13 respostas válidas recebidas, 11 egressos citaram que cursar mestrado no PPGBC teve forte influência na minha atuação profissional.
Quanto à renda, 11 dos 20 egressos que responderam o questionaram afirmaram que ter concluído o mestrado teve efeito positivo sobre a minha renda familiar mensal.
Por fim, deixamos os egressos livres para compartilharem suas experiências. Compartilhamos abaixo relatos de todos(as) os(as) 08 egressos(as) do PPGBC, sobre a experiência deles(as) no Programa. Todas as respostas foram transcritas integralmente, para fins de transparência:
Sou imensamente grata ao PPGBC por toda a base que me proporcionou, tanto acadêmico quanto profissionalmente. Embora ainda não tenha ingressado no doutorado, sei que o mestrado foi um alicerce fundamental para tal passo. No momento, optei por uma pausa para me dedicar a novos desafios, incluindo os estudos para concursos, mas o doutorado está nos meus planos e, quem sabe, no próprio PPGBC. Concluir o mestrado no PPGBC foi uma realização pessoal e profissional que me permitiu crescer em diversos aspectos.
A experiência do mestrado me ajudou a aperfeiçoar habilidades em gestão de projetos, onde pude alinhar expectativas e metas, tanto no âmbito pessoal como profissional.
O mestrado em Biodiversidade teve um grande diferencial para minha carreira profissional, ampliando meus conhecimentos e aprimorando minha prática docente. Infelizmente, a SEDUC Piauí não reconhece essa titulação para seletistas, o que limita alguns benefícios formais salarial. No entanto, os impactos são extremamente positivos para as disciplinas que estou lecionando no momento, criação de projetos na escola e permitindo uma abordagem mais aprofundada e qualificada dos conteúdos, enriquecendo o aprendizado dos meus alunos e contribuindo para uma educação mais sólida, atualizada e pessoal.
O PPGBC abriu oportunidades para conhecer novas áreas da biologia como a modelagem de nicho ecológico e distribuição de espécies, desde então tenho me aprofundado mais no assunto e desejo ingressar no doutorado nessa área
Um excelente programa e que está inserido em uma região deficitária de oportunidade de pós na área.
Cursar o mestrado pelo PPGBC foi muito bom e tudo que aprendi ao longo das disciplinas foi de grande importância. Continuar podendo estudar na mesma linha de pesquisa que eu atuava na Graduação, me deixou muito feliz e pude aprimorar ainda mais os meus conhecimentos na área, e ainda hoje poder fazer parte do laboratório e do grupo de pesquisa (AracnoPI), deixa o meu coração quentinho. Toda a equipe que compõe o Programa é fantástica, que sorte a minha poder ter tido professores tão competentes e humanos, e infelizmente alguns deles só conheci virtualmente devido a Pandemia, na época.
Hoje em dia, cursar um mestrado é fundamental para o crescimento profissional, percebi isso na prática, baseado na experiência que tive realizando algumas seleções para professores substitutos. As oportunidades são maiores e as chances de aprovação aumentam. Eu só tenho a agradecer o PPGBC!
Para atuação em escolas, especialmente em instituições privadas, o mestrado não é algo relevante, infelizmente. A experiência em sala de aula ou indicações são fatores preponderantes.
O compilado de respostas que recebemos dos(as) egressos(as) do PPGBC, evidencia o importante papel social do PPGBC: recebemos profissionais em busca de qualificação e suprimos uma demanda do mercado local por profissionais qualificados. Isto é condizente com a missão e os objetivos do PPGBC.