Autoavaliação do PPGBC - 2022
Autoavaliação do PPGBC - 2022
Em julho de 2021, foi nomeada a Comissão de Autoavaliação do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação - PPGBC, por meio da Portaria PPGBC/UFPI Nº 2 de 12 de julho de 2021.
A Comissão foi composta pelo Prof. Dr. Mauro Sérgio Cruz Souza Lima (Presidente), pelo Prof. Dr. Lucas Ramos Costa Lima (representante docente da linha de pesquisa Conhecimento da Biodiversidade), pelo Prof. Dr. Júlio Marcelino Monteiro (representante docente da linha de pesquisa Uso e Conservação da Biodiversidade), e pelos membros discentes Guilherme Santana Lustosa e Francisco Danilo Carvalho Costa.
A Comissão reuniu-se periodicamente, de modo a discutir a sistemática e os resultados a autoavaliação, que foram apresentados durante o I Seminário de Autoavaliação do PPGBC.
I Seminário de Autoavaliação do PPGBC
Nos dias 11 e 13 de outubro de 2022, foi realizado o I Seminário de Autoavaliação do PPGBC. O evento contou com a seguinte programação:
11/10/2022, 09:45h - Abertura do evento (Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação da UFPI; Direção do Campus Amílcar Ferreira Sobral – CAFS);
11/10/2022, 10:00h - Palestra: “Autoavaliação no PPGBC: nossos primeiros dois anos de atividades” (Prof. Dr. Leonardo Sousa Carvalho - Coordenador do PPGBC): clique aqui para ver o arquivo da palestra ministrada
11/10/2022, 14:00h - Palestra: “Autoavaliação no PPGBC: a perspectiva de discentes e docentes” (Membro da Comissão de Autoavaliação do PPGBC: Prof. Dr. Lucas Ramos Costa Lima, Prof. Dr. Mauro Sérgio Cruz Souza Lima, Prof. Dr. Júlio Marcelino Monteiro, Discente do PPGBC Guilherme Santana Lustosa)
Clique aqui para ver o arquivo do relatório sobre a autoavaliação por docentes
13/10/2022, 10:00h - Palestra: “Desenvolvimento de um bom Programa de Pós-Graduação: o que podemos fazer pelo PPGBC?” (Prof. Dr. Leonardo Sousa Carvalho - Coordenador do PPGBC): clique aqui para ver o arquivo da palestra ministrada
Análise FOFA, apresentada em 2022:
Ampla participação de docentes em atividades de ensino, pesquisa e extensão;
Compartilhamento de atividades de ensino direcionadas ao público externo do PPGBC (p. ex. alunos especiais);
Constante busca por fontes de financiamento em agentes externos de fomento nacionais (FAPEPI, CAPES, CNPq, FINEP, MEC) ou internacionais (National Geographic, Idea Wild, WWF);
Corpo docente qualificado e produtivo, atendendo aos requisitos da área de Biodiversidade;
Corpo docente jovem, com potencial para atuação por muitos anos no Programa;
Criação, atualização e utilização da página oficial, na internet, do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação – PPGBC para divulgação de informações pertinentes;
Criação, atualização e utilização de canais em redes sociais para divulgação de informações pertinentes e transmissão de eventos e divulgação do conhecimento científico;
Diálogo permanente entre Coordenação, Colegiado e corpos docente e discente;
Elevado número de laboratórios e projetos de pesquisa em execução;
Existência de suporte do Núcleo de História Natural da UFPI para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação;
Expertise do corpo docente em atividades administrativas e de gestão acadêmicas, em cursos de graduação;
Número relativamente alto de parcerias estabelecidas entre docentes do PPGBC e pesquisadores de outras instituições do Brasil e do exterior;
Localização da sede no interior do estado, como fator preponderante da interiorização da formação de recursos humanos;
Organização multicampi, como fator multiplicador da descentralização da formação de recursos humanos;
Orientações para a prevenção de plágio acadêmico e conduta ética de pesquisadores na academia, transversalmente, em todos os componentes curriculares do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação – PPGBC;
Participação efetiva de discentes no Colegiado do PPGBC;
Participação em atividades que envolvem ações afirmativas (cotas para ingresso no PPGBC, atividades de extensão em áreas de vulnerabilidade social, comunidades quilombolas etc.)
Participação em atividades que envolvem a qualificação de recursos humanos da UFPI (por meio do Programa de Capacitação Interna – PCI);
Preocupação com a qualidade da formação discente e das dissertações produzidas, através da criação e implantação dos Comitês de Acompanhamento e de Autoavaliação do PPGBC;
Regimento e instrumentos normativos atualizados e revisados periodicamente.
Aumento da heterogeneidade na produção acadêmica pelo corpo docente do Programa, após o início das atividades e concomitante desenvolvimento da pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 no Brasil;
Ausência de informações em idioma diferente de Português, para a maioria dos itens, na página do PPGBC;
Ausência de recursos Programa de Apoio à Pós-Graduação (PROAP/CAPES);
Ausência de serviços de atendimento educacional especializado (AEE) aos discentes do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação – PPGBC;
Ausência de vagas na residência estudantil que contemplem os discentes do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação – PPGBC;
Baixa disponibilidade de material de consumo para realização de pesquisa, financiados pelas Instituições e Unidades de Ensino de vínculo dos docentes;
Baixa oferta de bolsas de mestrado;
Suporte institucional insuficiente ao desenvolvimento de ações direcionadas à internacionalização dos programas de pós-graduação da UFPI, seja no apoio ao intercâmbio docente/discente, seja no estabelecimento de convênios e cooperação, ou ainda, na disponibilidade de apoio à redação de projetos e na publicação de artigos em língua estrangeira.
Baixo número de projetos aprovados, com financiamento externo;
Baixo número de projetos interdisciplinares;
Corpo docente com baixa experiência em orientação acadêmica em nível de pós-graduação;
Desequilíbrio entre números de docentes e discentes entre linhas de pesquisa do PPGBC;
Desequilíbrio no número de discentes por orientador cadastrado no PPGBC;
Elevada carga horária docente, considerando parâmetros estabelecidos por instrumentos normativos da UFPI;
Indisponibilidade de técnicos de laboratório para o atendimento exclusivo a demandas do PPGBC;
Inexistência de espaços físicos destinados exclusivamente às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão do PPGBC;
Inexistência de servidores técnicos permanentes destinados exclusivamente às atividades de secretaria do PPGBC;
Insuficiência da página do PPGBC, para atender as demandas da CAPES;
Manutenção insuficiente do espaço físico e equipamentos dos laboratórios de ensino e pesquisa;
Necessidade de melhoria da qualidade dos serviços de internet banda larga.
A localização das unidades acadêmicas que compõem o PPGBC, em meio a populações de comunidades tradicionais, assentamentos rurais e quilombolas, cria grandes oportunidades para investigação de diversas questões como as atividades de extrativismo, culturas agrícolas e caça de subsistência, entre outras, e favorece o crescimento das atividades de pesquisa e extensão, fomentando a linha de ‘Uso e Conservação da Biodiversidade’;
O campus sede (em Floriano – PI), bem como os demais campi relacionados ao Programa, situam-se sob influência do Cerrado e da Caatinga, além de seus ecótonos, favorecendo condições únicas para o desenvolvimento de pesquisas, em área de forte déficit de conhecimento científico;
Amplitude de abrangência do PPGBC oportuniza grande crescimento do Programa, dada sua proximidade com áreas historicamente negligenciadas pela pesquisa nacional, onde percebem-se grandes hiatos amostrais para diversos grupos taxonômicos;
Baixa oferta de Programas de pós-graduação stricto sensu, para atender discentes da área de Ciências Biológicas (e afins), no Estado do Piauí e adjacências;
Constante busca por fontes de financiamento em agentes externos de fomento (FAPEPI, CAPES, CNPq, FINEP, MEC);
Disponibilização dos documentos do PPGBC em inglês aumentando o alcance do programa;
Em associação à Coleção de História Natural da UFPI – CHNUFPI, atendimento ao público externo com o depósito e identificação de material biológico, oriundo de atividades de consultoria, apreensões por órgãos de fiscalização ou encontros ocasionais;
Existência de apoio psicológico para discentes em diferentes campi de atuação do PPGBC incluindo no campus sede, CAFS/Floriano.;
Forte impacto social do PPGBC, frente a descentralização de recursos humanos qualificados, em um Estado de baixo índice de desenvolvimento humano;
Forte possibilidade de inserção de alunos de pós-graduação em atividades de extensão;
Grande abrangência de municípios diretamente relacionados ao PPGBC uma vez que o programa apresenta docentes lotados em campi da UFPI, UESPI e UFDPar;
Interação entre a área de Biodiversidade e setores das áreas de ciências da saúde e agrárias podem resultar em forte impacto social e científico dos produtos do PPGBC;
Proposição de um número maior de projetos interdisciplinares;
Realização de atividades de extensão com participação de docentes e discentes do PPGBC (p. ex. Exposição Itinerante junto à CHNUFPI);
Realização de eventos abertos à comunidade externa e transmitido por virtualmente (p. ex. canais do PPGBC ou UFPITV no YouTube etc.).
Ausência de recursos Programa de Apoio à Pós-Graduação (PROAP/CAPES);
Baixa disponibilidade de docentes, não credenciados no PPGBC, com qualificação e com produção científica compatível com a área de Biodiversidade da CAPES e com as linhas de pesquisa do PPGBC, dificultando a ampliação do corpo docente do Programa;
Baixa disponibilidade de editais para fomento à pesquisa por agentes externos (FAPEPI, CAPES, CNPq, FINEP, MEC);
Descontinuidade ou falta de financiamento de projetos de pesquisa por agentes externos;
Deficiência no fornecimento de serviços de internet e energia no estado do Piauí, comprometendo a realização de atividades síncronas por meios de tecnologia digitais de informação e comunicação (TDICs);
Deficiências técnico-científicas na formação de discentes de graduação no estado do Piauí;
Ingresso de discentes com muitas deficiências teóricas, reflexo de um sistema educacional que por longa data vem sofrendo um processo de desvalorização e defasagem;
Limitações de acessos aos espaços físicos de laboratórios e unidades de conservação, para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, frente as limitações impostas pela pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2;
Limitações impostas pelos setores de tecnologia da informação da UFPI, para o desenvolvimento das páginas dos programas de pós-graduação da instituição, que sejam flexíveis a atender às demandas da CAPES e dos programas;
Prolongação da pandemia, afetando processos seletivos em relação à mensuração do mérito acadêmico de candidatos e pela não realização de provas de conhecimento específico.